maio 19, 2011

UCEM e o medo

Não temos que lutar contra os medos, que podemos apenas abandoná-los.

E como fazemos para abandoná-los?

O primeiro passo para isso é não lutar contra eles, aceitando-os porque eles foram criados por nós mesmos. Cada um carrega seu próprio medo e eles são diferentes de pessoa a pessoa. Por exemplo, nem todo mundo se preocupa em trancafiar a casa, pois não tem medo de assaltos. Nem todos temem voar, e assim por diante.

Podemos concluir, então, que nós próprios criamos nossos medos por meio de nossa história de vida. E se pensamos que não fomos nós quem os criou, ficamos sem nenhum poder sobre eles, sem nenhuma chance de desfazê-los. Mas, como cada um tem um medo diferente, fica fácil entender onde está sua origem.

A base de todo medo está na idéia, muitas vezes inconsciente, de que Deus soltou nossa mão, nos abandonou e isso nunca poderia ser verdade.

Depois de aceitar nossos medos, o segundo passo é nos perdoarmos por tê-los criado e conviver com eles, afinal estamos dentro de um contexto de um mundo medroso: nós aprendemos assim.

O terceiro passo é um pedido de ajuda ao Espírito Santo, que está na nossa mente, a fim de olharmos para tais medos com o olhar Dele. Quando paramos para analisá-los com o Espírito Santo, nós os olhamos de frente, sem precisar enfrentá-los. Somos apenas espectadores. Dessa forma eles se dissolvem, pois perdem sua carga, seu tamanho, seu poder sobre nós.

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